sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

CORRENDO ATRÁS DAS CANELAS ADVERSÁRIAS.


A partir da esq. em pé: Gilberto Donato, Carlos Roberto, Takeshi, Marcelo Furlan, Ricardo Zumpano, Marco Massaro, Alexandre, Ansanello, Conrado, Eu (Geraldo Costa Jr.). Agachados na mesma ordem: João Henrique, Buzo, Nelsão Leme, Édi, Renato Furlan e Marcelo Menezes, com o troféu de Vice-Campeão Infantil pela Associação Atlética Santana, em 1984, competição oficial da Liga Municipal de Futebol.
A.A. SANTANA, 1986, Equipe Infanto Juvenil. Em pé da esq. p/ dir.:  Geraldo José Costa (treinador, e meu pai),  Jurandyr, Geraldo, Godoy, Marco Massaro, Rogério Neves (in memorian), Adilson Nascimento (in memorian), Fernando Bovo, eu (Geraldo Costa Jr.) e Ansanello. Agachados na mesma ordem: Renato Furlan, Miro, Tatú, Nelsão Leme, Carlos Zão, Dú Priolli, Takeshi e Gilberto Donato (in memorian). 
A.A. Santana - 1985. Equipe Infanto Juvenil. Em pé, a partir da esq.: Tato , Geraldo José Costa (treinador e meu pai). Didi, Alexandre, Marco Massaro, Takeshi, Ansanello, Eu (Geraldo Costa Jr.), Tatu, Carlo Titatí (in memorian) e Miltão. Agachados, na mesma ordem: Fabricio, Nelsão Leme, Rogério Neves(in memorian), Marcelo Jaú, Godoy, Marcelo Furlan, Reinaldo Lacerda e João Capoeira (in memorian).
Em que pese todo esforço e boa vontade de meu pai, O Seu Geraldo, nunca fui bom de bola, na melhor acepção da palavra, hoje, tão maltratada pelos caneludos que viram atletas, e jamais serão jogadores. Futebol é um jogo e tem que ser jogado. Com habilidade, de preferência. Não era evidentemente o meu caso. Fosse, e acho que não teria virado treinador aos 24 anos. Atingi a minha melhor performance, digamos assim, por volta de 17 anos, convencido finalmente das orientações de meu pai e pela oportunidade de jogar com amigos, alguns anos mais “velhos” e muito mais habilidosos que eu. Exemplo: Gilberto Donato, Altair Gonçalves, Fábio Scatolin. Era observá-los e sempre se aprendia algo de bom.
Entretanto, dei um azar desgraçado. Jogava na posição de lateral. Nas duas. Porque, desde muito pequeno, meu pai me ensinou a dominar e a chutar a bola também com o pé esquerdo. Isso fazia com que sempre houvesse um lugarzinho pra mim no time. Ainda que fosse, como na maioria das vezes, no banco de reservas. Coisas da vida. E do senso de justiça que sempre orientou as decisões do meu pai, na vida e no futebol.
E quando era titular, pois bem, eu tinha de enfrentar as feras: Vander, que naquela época era apenas Pirulito (e voltou a ser depois que parou de jogar profissionalmente), Val Demarchi, Alves, todos estes se profissionalizaram e acabaram titulares no Velo Clube, pelos quais, depois, eu torcia nas arquibancadas do Benitão. Só pra citar alguns.
Confesso, da cintura pra baixo, mêu, tudo era bola. Não tinha outro jeito, não. Os caras eram rápidos e bons demais.
Numa coisa, pelo menos, dei sorte. Não precisei correr atrás do F-1 do Nelsão Leme. Jogávamos no mesmo time. Formávamos a ala esquerda do infantil e depois, juvenil, da Associação Atlética Santana, nos anos de 1984, 1985,1986. Ufa, dessa escapei!
Confira acima algumas fotos dessa “época gloriosa”: a da adolescência.



Um comentário:

  1. Prezado, muita saudade dessa época. Nosso time e nossa turma eram pessoas bem animadas. Parabéns pelas ótimas lembranças!
    RENATO FURLAN.

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