quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

NO CLUBE ATLÉTICO JUVENTUS de Rio Claro

No futebol das categorias de base de Rio Claro, trabalhar no Clube Atlético Juventus é uma honra e uma rara oportunidade. Nós a tivemos. Em 1998, o Nelsinho Martinhi, meu parceiro de longa data, no futebol, disse que estávamos indo para o Juventus, onde ele, inclusive havia jogado em 1986, na equipe infantil. Ele não disse se eu queria ir. Ele disse simplesmente: estamos indo. Ok. Já havíamos trabalhado juntos com sucesso no Juventude Futebol Clube, em 1995, com a categoria sub-13 e essa é uma história que conto em futuras postagens aqui no Blog. Também havíamos montado o time Sub-17 do então E.C. Esmaltec, na única vez em que o time que investia pesado na categoria amadora, se arriscou com a molecada. Outra história para breve. 
Em pé, da esq. p/ dir: Nelsinho Martinhi, não identificado, Pardal, Caio, Geraldo, Jocimar, Paulo Henrique, Serginho, João Adriano, e Geraldo Costa Jr (Eu). Agachados na mesma ordem: Fabinho,  Luiz Fernando, Eduardo, Zico, Marco Aurélio, Edinho Nadai, Piero, João Paulo e Bueno.
A partir da esquerda: Valdir de Oliveira, Nelsinho Martinhi, Bueno e Geraldo Costa Jr.
Então lá fomos nós para o Juventus. E foi bom demais. Pela primeira vez, me deparei com cobranças e senti o peso da responsabilidade. Afinal, o Juventus dispensa apresentações. Disputamos a Liga local, com a categoria Sub-17. Foi difícil começar perdendo por 5x1 para o rival Juventude (que tinha um ótimo time) e havia sido campeão no ano anterior. Mas nos recuperamos e só não fomos para as finais porque um time, não me lembro qual, acho que foi o Nosso Teto, desistiu da competição e, pelo regulamento, todas as equipes que o haviam enfrentado e vencido, ficaram sem os pontos das partidas, o que fez muita falta para nós e decidiu nossa sorte no campeonato. Uma pena! Disputamos também o Estadual, promovido pela Secretária Estadual de Esportes e na primeira fase arrasamos os adversários, eliminando inclusive o bom time do Juventude comandado pelo professor Ivo Góes, em um empate em 0x0 no campo do Cidade Nova, jogo à noite. Fizemos 5x1 no time de Cordeirópolis, na casa do adversário (fotos aqui). E já na segunda fase encaramos Americana (jogando com 9, apenas, outra história pitoresca para o futuro, aguardem!) e empatando em 1x1. Depois, em Campinas, vencemos ao Guaçuano por 2x1. Seríamos eliminados futuramente em um jogo em que, por motivos familiares, fui obrigado a me ausentar. Até que um dia, naquele mesmo ano, recebo a visita do Nelsinho que disse: estamos saindo do Juventus. E assim terminou nossa passagem pelo Moleque Travesso.
Uma coisa é preciso destacar. Para qualquer cidade que íamos jogar nas diversas competições das quais participamos naquele ano, todo mundo conhecia o Clube Atlético Juventus de Rio Claro, já os outros times, dentre eles, os profissionais...

Um comentário:

  1. O jogador que está como não identificado chama-se Daniel ao lado do Nelsinho.Joguei no Juventus essa época era uma categoria acima é o Daniel foi meu parceiro nesta época....Vale Alex José grosso.

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